Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

Comemoração

Foto: Samantha Wolov

 

 

Para comemorar os três meses de namoro, decidi vestir algo diferente, por isso decidi levar uma saia castanha e um top preto decotado.
Encontramo-nos poucos minutos depois da hora marcada, disse-me o quanto a saia me ficava bem, beijou-me… hummm… tinha a barba por fazer e trazia a t-shirt preta que lhe fica maravilhosamente bem…
Fomos para sua casa, entramos, subimos as escadas, fomos para o seu quarto…
Beijamo-nos novamente, as nossas línguas tocaram-se, aproximou a sua boca ao meu pescoço e pude ouvi-lo dizer “hummm… cheiras bem”, envolveu os seus braços no meu corpo e fez com que o acompanha-se até à cama, sentou-me no seu colo…
Provocou-me aos pouquinhos, calmamente, despertando minuto a minuto o meu desejo de o ter, de o ter ainda mais próximo de mim…
De o ter de todas as maneiras possíveis e imaginarias…
Beijou-me o pescoço, as orelhas, percorreu o lóbulo da minha orelha com a sua língua quente e húmida, estremecia a cada investida, a cada toque surgia um novo arrepio…
Não tardou muito até que estivéssemos deitados na sua cama, umas vezes  de lado, outras vezes eu por cima e outras vezes ainda com ele em cima do meu corpo, senti as suas mãos no meu pescoço desejando ver-se livre do meu top, tentando desesperadamente desfazer o nó, despiu-me e foi aí que deu pela ausência do sutiã, acariciou os meus seios, envolveu-os com a sua língua, massajou-os ardentemente, enquanto eu ia sentindo o endurecer do seu membro que se encontrava cada vez mais duro, cada vez mais erecto, cada vez mais desejoso por me penetrar, de entrar dentro de mim e de me fazer suspirar… gemer de prazer…
Por fim, colocou um dos preservativos e começou um longo e maravilhoso vai e vem dentro do meu sexo, fez-me delirar, suspirar, gemer… huuummmm que vontade de repetir tudo novamente.
Uma vez o desejo saciado um de cada vez dirigiu-se a casa de banho… deitamo-nos lado a lado, abraçamo-nos, beijamo-nos, trocamos carinhos e muitos miminhos ao mesmo tempo que ouvíamos um CD qualquer.
Encontrávamo-nos tão abstraídos que não demos conta de nenhum movimento considerado suspeito, até que ambos ouvimos o barulho de uma porta abrir, confesso que me assustei…
Ele salta da cama, abre a porta:
_ Estava a brincar…
(olha)
_ É a minha irmã…!!!
Tranca a porta…
Vestimo-nos apressadamente com receio que ela pudesse vir ter com ele ao quarto, muito sinceramente já nem me lembrava da ultima vez que me vesti assim tão rápido.
Mas que valeu a pena…
Lá isso valeu!
 
PS: Podes ter a certeza que nunca mais digo que prefiro quando a tua irmã está lá em casa
publicado por Sol de Inverno às 10:16
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